Diário de uma Depilação

Posted by Unknown | Posted on segunda-feira, agosto 08, 2011

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Pra você que adora ver sua mulher "lisinha"…depilada! Veja o que ela passa….

Diga SIM a MATA ATLÂNTICA!!!

kkkk zuera, mas acho que não precisa de tanto né?! Por isso que detesto cera…dói pra chuchu!  E depois os homens dizem que somos fracas, que é frescura, que nem dói…será que eles nunca assistiram "O Virgem de 40 anos"? O cara depila o peito, super cabeludo!

Existem tantas outras formas de ficar bem, sem sofrer tanto…

Enfim, vamos ao diário:

"Tenta sim. Vai ficar lindo."

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha.
Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve, mas acho que pentelho não pesa tanto assim.
Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa.
Eu imaginava que ia doer porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria.
Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra  fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.
- Amanhã, às…. Deixa eu ver…13h?
- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.

Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal.

Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.
Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas.
Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas.

Uma mistura de Calígula com O Albergue.

Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.
Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra  uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura.

Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça.

Meu Deus, era O Albergue mesmo.

De repente, ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou  a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?
- É… é, isso.

Penélope, então, deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco, senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia p-o-r-r-a nenhuma do que ela fazia. Mas  confiei.

De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de  um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Ar-re-ga-nha-da, né?

Ela riu. Que situação.

E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha  virgem.

Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca.

Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto.
Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu.

Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.

O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope.
Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer.
Todas recomendam a todas porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia.
Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação. Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pen-te-lhi-nho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali.

Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta".
Só voltei à terra quando entre uns blá-blá-blás ouvi a  palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada.

Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida.
E quis matá-la. Mas mal sabia que o  motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci a Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de  cara para ele, o "olho que nada vê".
Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena?
Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, pei-dar na cara dela, como se pudesse envenená-la.
Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?
- Sim… sonhei de novo com o c-u de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks.

Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação.
Sei que ela deve ver mil c-us por dia. Aliás, isso até alivia minha situação.
Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me  veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o  questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bun-da tivesse ido toda embora.
Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali.
Com certeza não havia nem uma preguinha mais pra contar a história. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo.
Sons guturais, xin-ga-men-tos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Por-ra.. Por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente  a bandinha.
E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre  a cortina.

- Penélope empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais.
Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope.
E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa me-rda…
- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho?
Mas o choque foi substituído por uma total redenção.
Ela viu tudo, da perereca ao c-u. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar…namorar… eu estava com sede de vingança.

Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais.
Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso.
Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada e matar o primeiro homem que ver e não comentar absolutamente nada!!
Não fiz nada disso… Um mês depois…

- Normal ou cavada?

Coisas de perereca, vai entender…

VOCÊ PEIDA NA CAMA?

Posted by Unknown | Posted on segunda-feira, agosto 08, 2011

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Esta história é sobre um casal que estava casado há alguns anos.

O único problema no casamento deles era que o marido tinha o hábito de peidar alto todas as manhãs quando acordava. Sua                                                           esposa acordava com o barulho e o cheiro fazia sair lagrimas de seus olhos e ficava com falta de ar.

Todas as manhãs ela suplicava para ele parar de peidar, porque estava deixando-a doente. Ele falou para ela que não conseguia parar, e era
perfeitamente natural. Ela aconselhou-lhe a consultar um médico, ela estava preocupada que um dia ele iria por as tripas para fora, os anos se passaram e ele continuou a soltar os gases.

Então em um belo dia de Ação de Graças pela manhã quando estava preparando o peru para o jantar e o marido ainda estava                                                           dormindo no andar de cima, ela olhou para os miúdos, pescoço, figado, todas as partes, e veio um pensamento malicioso em sua mente.

Ela pegou a bacia com os miúdos e foi ao quarto onde seu marido estava dormindo e gentilmente levantou o edredon, puxou o elástico de sua cueca e
esvaziou a bacia com os miúdos do peru para dentro de sua cueca.

Algum tempo depois ela escutou seu marido acordar com seus trompetes como de costume o qual veio com um grito de desespero e passos frenéticos enquanto ele corria para o banheiro, a esposa quase não conseguia se controlar enquanto rolava pelo chão de tanto rir, lágrimas escorriam pelo seu rosto!
Depois de anos de tortura ela reconheceu que aprontou uma boa pra ele.

Depois de 20 minutos seu marido desceu as escadas com as cuecas ensanguentadas com uma expressão de horror em seu rosto, ela mordeu seus lábios para não rir e perguntou-lhe qual era o problema.

Ele disse: 
- 'Querida você estava certa. Todos esses anos que você me avisou e eu não quis te escutar.'
- 'O que você quer dizer?' perguntou sua esposa.
- 'Bom você sempre me disse que um dia de tanto peidar eu iria por minhas tripas para fora, e hoje finalmente aconteceu'.
- 'Mas com a Graça de Deus, um pouco de vaselina e dois dedos, acho que consegui por quase tudo de volta no lugar.'

Acontece nas empresas...

Posted by Unknown | Posted on segunda-feira, agosto 08, 2011

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CRITÉRIO É CRITÉRIO

Chegaram 700 currículos à mesa do diretor de uma grande multinacional.
Ele diz à secretária:
Pegue os 30 que estão no topo da pilha e chame-os para serem
entrevistados.
Jogue os restantes na máquina fragmentadora.
O senhor está louco? São 670 pessoas! Talvez os melhores estejam lá!
Ele responde:
Eu não preciso de gente sem sorte ao meu lado.

                       

 EMPREGADO NOVO                         
                                                                      
 O gerente chama o empregado da área de produção, negão, forte, 1,90m de altura, 100kg, recém admitido, e inicia o diálogo:    
 - Qual é o seu nome?                     
 - Eduardo - responde o empregado.                 
 - Olhe, - explica o gerente - eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome. Isso é  muito familiar e pode levar a perda de autoridade. Eu só chamo meus  funcionários pelo sobrenome: Ribeiro, Matos, Souza... Então saiba que eu sou seu gerente e quero que me chame de Mendonça. Bem, agora quero saber: qual é o seu nome completo?                  
 O empregado responde:                       
- Meu nome é Eduardo Paixão.               
- Tá certo, Eduardo. Pode ir agora...  

 

PEDIDO DE AUMENTO

O jovem empregado vai à sala do director da empresa onde trabalha:
- Senhor director, vim aqui para lhe pedir um aumento. E adianto já que há quatro empresas atrás de mim.
Com medo de perder aquele promissor talento, dobra-lhe o salário ... as empresas valorizam os funcionários quando eles recebem outras propostas...
- Mas mate-me uma  curiosidade. Pode dizer-me quais são essas quatro empresas?
- Sim, senhor. A da luz, a da água, a do telefone e o meu banco!!!

 

 RACIOCÍNIO RÁPIDO 
 
Pra testar o caráter de um novo empregado, o dono da empresa mandou colocar 500 reais a mais no salário dele.   
Passam os dias, e o funcionário não relata nada..   
Chegando no outro mês, o dono faz o inverso: manda tirar 500 reais.   
No mesmo dia, o funcionário entra na sala pra falar com ele: 
- Doutor, acho que houve um engano e me tiraram 500 reais do salário.   
- É ? Curioso que no mês passado eu coloquei 500 a mais e você não falou nada.   
- É que um erro eu tolero, doutor, mas DOIS, eu acho um absurdo ! 

LOIRA se formou em Direito

Posted by Unknown | Posted on terça-feira, agosto 02, 2011

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A loira se formou em Direito, mas está com 15 dúvidas e resolve formular um  questionário para a OAB...
 01. Qual a capital do estado civil?
02. Dizer que gato preto dá azar é preconceito racial ? 
03. Com a nova Lei Ambiental, afogar o ganso passou a ser crime?
04. Pessoas de má fé são aquelas que não acreditam em Deus?
05. Quem é canhoto pode prestar vestibular para Direito? 
06. Levar a secretária eletrônica para a cama é assédio sexual?
07. Quantos quilos por dia emagrece um casal que optou pelo regime parcial? 
08. Tem algum direito a mulher em trabalho de parto sem carteira assinada? 
09. A gravidez da prostituta, no exercício de suas funções profissionais, caracteriza acidente de trabalho? (Essa  até eu fiquei na dúvida...)
10. Seria patrocínio o assassinato de um patrão? 
11. Cabe relaxamento de prisão nos casos de prisão de ventre? 
12. A marcha processual tem câmbio manual ou automático? 
13. Provocar o Judiciário é xingar o juiz?
14. Se um motel funciona somente das 8 às 18 horas, podemos dizer que ali só ocorremtransações comerciais? 
15. Para tiro à queima-roupa é preciso que a vítima esteja vestida? (essa foi a melhor) 

Bebe tocando Guitarra

Posted by Unknown | Posted on terça-feira, agosto 02, 2011

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